Odyssey Mania
Jogos
Por Um Odyssey Melhor!

Por Rafael A. Cardoso da Silva
 

INTRODUÇÃO

Três consoles disputavam, no final dos anos 70, os corações americanos: RCA Studio II, Fairchild Chanell F e o VCS 2600. Foi aí que ele chegou. Todo pomposo, com seu visual futurista, um incrível teclado alfa-numérico, um majestoso controle e aqueles belíssimos jogos estratégicos, dignos de mil exclamações. Tudo isso sem falar nas artes impressas nas capas dos jogos. Tudo certo para nosso casamento, vejam só como um castelo se desfaz. A Magnavox bobeou, enquanto preocupava-se em vender aparelhos de TV, uma outra empresa tinha em seu comando um apaixonado. E foi o que passou... Tudo o que você lerá em seguida, iniciou como um projeto que demonstraria como nosso querido Odyssey poderia ter ocupado um lugar de destaque maior no mercado nacional, hoje torna-se apenas um banco de idéias. Ainda assim, em cada um dos tópicos abaixo, você perceberá que estratégias bem definidas poderiam ter dado, à batalha dos consoles, um tempero ainda melhor. Quando, em 1983, o console aportara no Brasil, já tínhamos um  briefing detonado, que apontavam para um possível fracasso do console, mas graças a uma intensa campanha de marketing da Philips, não foi o que aconteceu e o Odyssey acabou ficando em segundo lugar no coração dos primeiros gamers tupiniquins, certo? Errado. O sucesso do console no Brasil, deve-se sim, a qualidade de seus jogos. Se nos EUA as coisas não foram tão bem assim, dentre uma série de outros erros cometidos, é que na época o mercado apontava para jogos individuais. E, enquanto o americano teve que esperar 4 anos para ter um jogo como OVNI, o Brasil já o recebera de cara. E mais: Come-Come, Defensores da Liberdade, ... Em poucos meses teríamos ainda: Senhor das Trevas, Didi Na Mina Encantada, Tartarugas, Abelhas Assassinas, Come-Come 2, Acróbatas, Serpente do Poder, Demon Attack, Atlantis, Super Cobra, Frogger, Popeye, Q*bert, Super Bee, Balão Travesso, Buraco Negro, Barão Vermelho, Comando Noturno e Clay Pigeon. Isso sem falar no que poderia ter vindo (Tutankham, Cidade dos Robôs, Spider-Man, etc). Não quero dizer com isto que os jogos lançados anteriormente eram ruins, porém o tempo e a chegada do Intellivision ao mercado deixou-os ultrapassados. Enfim, tivemos a felicidade do Odyssey ter sido lançado no Brasil com uma série de bons jogos. É verdade que é muito comum ouvir que o sucesso do console no território nacional deve-se exclusivamente à campanha de Marketing que o produto recebeu. Definitivamente não se podia vender consoles apresentando Pachinkos e Caça-Níqueis.

Vamos em frente! Em cada um dos links abaixo serão encontrado textos complementares, imagens e jogos-exemplo. Os jogos foram desenvolvidos por mim utilizando o Game Maker. Para uma melhor simulação de Odyssey, clique aqui e capture a fonte Odyssey2 criada por Justin The Almighty (e claro, instale-a em seu micro). Para jogar, clique no ícone do jogo e, após o aparecimento da clássica tela SELECT GAME, pressione F1 para instruções. That's the Way. Uma colocação importante: os jogos aqui demonstrados nem sempre apresentam uma boa jogabilidade, mas com certeza um bom programador poderia dar a eles a jogabilidade ideal. A proposta e meu trabalho limita-se a estudar o Odyssey como um software para desenhos e a criação de roteiros, o resto você vê por aí. Agradecimentos especiais ao amigo Marcelo Ribeiro pela cessão do espaço neste site que é a casa dos amigos do Odyssey! E ao pessoal da OdysseyBR. Ah! Quase esqueci: Sr. Programador, caso tenha interesse em desenvolver algum jogo deste espaço... SELECT GAME

1. Arcades! 4. Idéias para jogos!
2. Popeye! 5. Imagens!
3. A vez do Brasil! 6. E daí?


Seção em construção...


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Última atualização: 04 abr 2008