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INTRODUÇÃO
Três consoles disputavam, no final dos anos
70, os corações americanos: RCA Studio II, Fairchild Chanell
F e o VCS 2600. Foi aí que ele chegou. Todo pomposo, com seu visual
futurista, um incrível teclado alfa-numérico, um majestoso
controle e aqueles belíssimos jogos estratégicos, dignos
de mil exclamações. Tudo isso sem falar nas artes impressas
nas capas dos jogos. Tudo certo para nosso casamento, vejam só
como um castelo se desfaz. A Magnavox bobeou,
enquanto preocupava-se em vender aparelhos de TV, uma outra empresa tinha
em seu comando um apaixonado. E foi o que passou... Tudo o que você
lerá em seguida, iniciou como um projeto que demonstraria como
nosso querido Odyssey poderia ter ocupado um lugar de destaque maior no
mercado nacional, hoje torna-se apenas um banco de idéias. Ainda
assim, em cada um dos tópicos abaixo, você perceberá
que estratégias bem definidas poderiam ter dado, à batalha dos
consoles, um tempero ainda melhor. Quando, em 1983, o console aportara
no Brasil, já tínhamos um briefing detonado, que apontavam para
um possível fracasso do console, mas graças a uma intensa
campanha de marketing da Philips, não foi o que aconteceu e o Odyssey
acabou ficando em segundo lugar no coração
dos primeiros gamers tupiniquins, certo? Errado. O sucesso do
console no Brasil, deve-se sim, a qualidade de seus jogos. Se nos EUA
as coisas não foram tão bem assim, dentre uma série
de outros erros cometidos, é que na época o mercado apontava
para jogos individuais. E, enquanto o americano teve que esperar 4 anos
para ter um jogo como OVNI, o Brasil já o recebera de cara. E mais:
Come-Come, Defensores da Liberdade, ... Em poucos meses teríamos ainda:
Senhor das Trevas, Didi Na Mina Encantada, Tartarugas, Abelhas Assassinas,
Come-Come 2, Acróbatas, Serpente do Poder, Demon Attack, Atlantis,
Super Cobra, Frogger, Popeye, Q*bert, Super Bee, Balão Travesso,
Buraco Negro, Barão Vermelho, Comando Noturno e Clay Pigeon. Isso
sem falar no que poderia ter vindo (Tutankham, Cidade dos Robôs,
Spider-Man, etc). Não quero dizer com isto que os jogos lançados
anteriormente eram ruins, porém o tempo e a chegada do Intellivision
ao mercado deixou-os ultrapassados. Enfim, tivemos a felicidade do Odyssey
ter sido lançado no Brasil com uma série de bons jogos.
É verdade que é muito comum ouvir que o sucesso do console
no território nacional deve-se exclusivamente à campanha
de Marketing que o produto recebeu. Definitivamente não se podia
vender consoles apresentando Pachinkos e Caça-Níqueis.
Vamos
em frente! Em cada um dos links abaixo serão
encontrado textos complementares, imagens e jogos-exemplo. Os jogos foram
desenvolvidos por mim utilizando o Game Maker. Para
uma melhor simulação de Odyssey, clique
aqui
e capture a fonte Odyssey2 criada por Justin The Almighty (e claro, instale-a em seu micro). Para jogar,
clique no ícone do jogo e, após o aparecimento da clássica
tela
SELECT GAME, pressione F1 para instruções. That's the Way.
Uma colocação importante: os jogos aqui demonstrados nem
sempre apresentam uma boa jogabilidade, mas com certeza um bom programador
poderia dar a eles a jogabilidade ideal. A proposta e meu trabalho limita-se
a estudar o Odyssey como um software para desenhos e a criação
de roteiros, o resto você vê por aí. Agradecimentos
especiais ao amigo Marcelo Ribeiro pela cessão do espaço
neste site que é a casa dos amigos do Odyssey! E ao pessoal
da OdysseyBR. Ah! Quase esqueci: Sr. Programador, caso tenha interesse
em desenvolver algum jogo deste espaço... SELECT
GAME
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